


- 10Anos de experiência
Minha formação e história
Conheça um pouco sobre mim
Eu me chamo Amaurí, sou médico neurocirurgião com formação em neurocirurgia funcional e epilepsia.
Estudei medicina na Faculdade de Medicina da Bahia (FMB-UFBA) em Salvador-BA e, logo após, servi as Forças Armadas na Amazônia como médico do Hospital Militar de Área de Manaus-AM. Depois disso, iniciei minha especialização em neurocirurgia no Hospital Santa Isabel de Blumenau-SC. Fiz minha formação em neurocirurgia funcional e epilepsia na Escola Paulista de Medicina (EPM-UNIFESP) em São Paulo, capital, onde atualmente tenho um vínculo de pós-graduando com nível de mestrando. Possuo título de especialista em neurocirurgia pela Associação Médica Brasileira (AMB) e sou membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN). Atualmente, atuo no Hospital Santo Antônio em Blumenau, atendo em consultório em Blumenau e em Timbó (Clínica Censit).
Nascido no interior da Bahia, na cidade de Vitória da Conquista, conhecida como a “Jóia do Sertão Baiano”, tenho origem simples, de família humilde, características que carrego comigo até hoje. Aos 18 anos decidi que queria ser médico e passei a me dedicar em tempo integral para alcançar esse objetivo. Consegui estudar graças a ajuda de muitos familiares a quem sou eternamente grato.
Atualmente moro em Blumenau-SC, cidade que me acolheu tão bem em 2016. Tenho muitos amigos aqui. Casado com Juliana, minha esposa que amo demais, até parece que fomos feitos um para o outro. Gostamos de ficar em casa, somos bem “caseiros”. Meus “hobbies” são bem peculiares. Gosto muito de jogos eletrônicos (vídeo games). Gosto também de astronomia (meu tataravô era astrônomo hahahah) de física e de matemática.
Medicina humanizada
Como funciona o
meu atendimento?
Consulta inicial
Este é o momento de ouvir e examinar o paciente. Realizo uma avaliação completa, levanto as hipóteses diagnósticas e elaboro um plano para o melhor tratamento.
Realização de exames
Visando um diagnóstico preciso, solicito o exame necessário para definir se existe indicação de cirurgia. Gosto de mostrar e explicar os exames de imagem para o paciente porque uma imagem diz mais que muitas palavras
Indicação de cirurgia
Uma vez indicada cirurgia, avalio o contexto e as características individuais do paciente para definir a melhor estratégia para cirurgia.
Agende sua consulta
Tratamentos humanizados
Serviços Oferecidos
Conheça os serviços que ofereço em meu consultório. Estou comprometido em oferecer um atendimento humanizado, baseado em evidências científicas e tecnologia de ponta, buscando sempre aprimorar os serviços para melhor atender às necessidades de cada paciente. Caso tenha alguma dúvida e queira saber mais sobre mim, entre em contato!
- Consultas em neurocirurgia funcional (Parkinson, epilepsia, tremor essencial, distonias, dor crônica etc)
- Consultas em neurocirurgia geral (trauma, tumores, aneurismas, hérnias de disco, hidrocefalia, etc)
- Cirurgia para doença de Parkinson
- Cirurgia da epilepsia
- Cirurgia para tumores cerebrais
- Cirurgia da coluna
- Dentre outras
Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
O neurocirurgião é o médico especialista em cirurgia do cérebro, coluna e dos nervos (sistema nervoso central e periférico). O sistema nervoso equivale à "central de comandos" do nosso corpo. Ele comanda tudo: o movimento do corpo, a sensibilidade e o equilíbrio. Até mesmo funções mais complexas como a fala, o raciocínio, o pensamento e as emoções são controladas por ele. Por isso é tão importante manter a saúde do nosso cérebro em dia.
Mas, afinal, quando é necessária uma consulta com um neurocirurgião? A maioria dos pacientes são encaminhados por outros médicos (clínico geral, neurologista, oftalmologista, etc). Por isso, separei algumas doenças neurológicas comuns de serem encaminhados ao neurocirurgião, confira abaixo:
- - Trauma craniano
- - Hérnia de disco
- - Tumores cerebrais
- - Aneurismas cerebrais
Entre outros ...
São três as principais indicações para o tratamento cirúrgico da doença de Parkinson. A mais frequente indicação é presença de flutuações motoras. Explicando de forma simples e em outras palavras, flutuações motoras ocorrem quando o medicamento demora muito para agir (delayed on), o efeito dura pouco tempo pois termina antes da hora (wearing off) ou se ocorrem movimentos anormais semelhantes a uma dança (discinesias) toda vez que o paciente usa a medicação. Outras duas possíveis indicações são a intolerância às medicações (efeitos adversos importantes) ou a presença de tremor refratário a altas doses dos medicamentos.
Ficou interessado(a)?! Mande sua dúvida ou agende uma avaliação!
Muitas pessoas acreditam que crise epiléptica e epilepsia são a mesma coisa. No entanto, a ocorrência de crise epiléptica não necessariamente está relacionada à epilepsia. Entenda a diferença de cada:
Explicando de uma forma simples, os neurônios do nosso cérebro se comunicam uns com os outros através de impulsos elétricos e eles fazem isso de forma dessincronizada, ou seja, cada um no seu tempo. Quando a atividade elétrica cerebral por algum motivo passa a ser sincronizada em uma região, ou seja, muitos neurônios disparando ao mesmo tempo, daí temos a manifestação de uma crise epiléptica. Elas podem ser de início focal (em uma região específica de um lado do cérebro) ou de início generalizado (nos dois lados do cérebro), podem ou não alterar a consciência e podem ter sintomas motores (ex. automatismos, espasmos, contrações) ou não motores (ex. parada comportamental, sensorial, cognitivas ou emocionais). Quem teve uma crise epiléptica não necessariamente tem epilepsia.
E afinal de contas, quem tem epilepsia? Pessoas com crises epilépticas que se repetem e que não foram provocadas por outra condição (como febre por exemplo). Sabemos que algumas pessoas tem neurônios mais sensíveis (limiar baixo) e disparam impulsos elétricos com maior facilidade. Por isso, cada paciente precisa ser avaliado para saber quais exames são necessários e qual o tratamento específico.
Antes de responder a pergunta, vamos entender o que é neurocirurgia funcional: ela é a subárea da neurocirurgia responsável pelo tratamento de problemas que alteram o funcionamento do sistema nervoso. O olhar do neurocirurgião funcional é para a função do cérebro (não somente para a anatomia) e para a qualidade de vida do paciente e o seu desempenho nas suas funções no dia-a-dia (em casa ou no trabalho), daí o nome "funcional". E sim! Existem técnicas na neurocirurgia funcional que podem ajudar a controlar os sintomas da doença de Parkinson (ex. implante de eletrodo para estimulação cerebral profunda, da sigla em inglês DBS).
A neurocirurgia funcional pode ajudar no controle de outras condições também, como outros distúrbios do movimento (tremor essencial e distonias), epilepsia refratária (que não responde a pelo menos duas medicações), dor crônica e espasticidade (sequela de aumento do tônus muscular). Até mesmo algumas técnicas para tratamento cirúrgico de doenças psiquiátricas estão em estudo (depressão, TOC e Síndrome de Tourette). Geralmente são aplicados métodos de tratamento minimamente invasivos e de baixo risco (através de um único orifício), como o implante de eletrodos para estimulação elétrica cerebral ou medular (técnicas de neuromodulação) utilizando o arco de estereotaxia (dispositivo que usa um sistema de coordenadas no espaço).
O Parkinson é uma doença degenerativa, crônica e progressiva que acomete o sistema nervoso central. Ela acontece devido à morte de células do nosso cérebro responsáveis pela produção de dopamina, um tipo de neurotransmissor que, dentre outras funções, regula a precisão dos movimentos do corpo. Sabe a fluidez dos movimentos que fazemos no nosso dia-a-dia ao andar, dirigir ou escrever? Fazemos isso graças à dopamina. Quando ela começa a faltar, o controle motor fica progressivamente comprometido, o que pode gerar lentidão dos movimentos e rigidez.
O Parkinson é uma doença ainda sem cura, mas com o tratamento correto é possível ter qualidade de vida. Além dos remédios, é recomendado que a pessoa que convive com o Parkinson pratique atividades físicas regulares e moderadas, para estimular os movimentos. São importantes também o suporte da fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia. Quando bem indicado, o tratamento cirúrgico exerce um papel importante na melhoria da qualidade de vida e independência do paciente. A técnica mais conhecida é o implante de eletrodos para estimulação cerebral profunda (sigla em inglês DBS).
Se você vive esta realidade ou se identificou com algum sintoma, agende sua consulta!
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10
Anos de experiência como médico
2500
Participações em cirurgias durante a minha formação
3
Títulos na área de neurocirurgia
Inúmeras participações em congressos e eventos
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Atendimento
Blumenau: Centro Clínico Santa Catarina - Sala 707
Timbó: Clínica CENSIT
Telefone
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